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Vai Embora !

 

- Você não quer que eu vá embora!

Ele disse com aquele maldito sorriso irônico no rosto esperando que eu caísse na gargalhada em apenas alguns segundos.

Mas não dessa vez.

Eu simplesmente o olhei como se olhasse para algo além dele.

- Eu quero que você vá…

Seu sorriso se transformou em tensão, ele não esperava por isso.

- Vá! – Disse o empurrando – Vá viver! Você precisa ir embora, sentir algo que realmente seja verdadeiro para você…

- Como assim? – Ele perguntou me puxando pelo braço.

- Vai embora, eu quero que você vá.

- Você não sabe o que quer!

- Sei sim e sei o que eu não quero e eu não quero mais você!

 

Por Anellise Duarte

Stronger ….

Eu me sinto bem aqui sozinha, continuo a mesma, sem você, ninguém enfiado em mim, ninguém me fere mais, porque o que não te mata te torna mais forte, verdadeiro e hoje eu sou forte… Forte.

Você acha que venceu, que tirou de mim tudo o que tinha de bom, toda felicidade, toda vida, mas você está enganado, porque hoje eu sou forte, por que querido você nunca me conheceu, nunca me olhou por dentro, não significa que estou destruída só porque você se foi.

Eu recomecei e isso te feriu, eu aprendi que é fácil te superar, você tentou acabar comigo, tentou me isolar, mas você vai ver que sou forte.

E o começo começou quando você acabou para mim.

Só porque eu estou sozinha não quer dizer que sou solitária.

Porque o que não te mata te fortalece, te torna forte!!

Por Anellise Duarte

http://www.youtube.com/watch?v=Xn676-fLq7I&list=FLrutGDLe45S697xUs6nBT7w&index=1&feature=plpp_video

Odeio Você!

- Parte 2 -

- Onde eu estou…?

Ouviu a voz dela com um efeito meu grogue, ele se levantou e sentou-se ao seu lado verificando se estava tudo bem.

- Na minha casa…

- Alex?

- Sim.

- O que aconteceu?

- Você não se lembra?

- Não…

Então ele se deitou ao lado dela, envolveu-a em seus braços e afagou sua bochecha.

- Alex …

- Você disse que me odiava…

- Hum… – Ela olhou nos olhos dele e então ele viu o brilho da recordação passar por eles. – Ah Não! Ah Não! Alex me desculpa, olha tudo o que eu disse era brin…

- Shiuuu! – Alex a silenciou. – E depois você disse que me amava…

Ela ficou em silêncio, Alex podia ver seu nervosismo e decidiu não prolongar sua ansiedade.

- Eu te amo também, desculpe ter demorado tanto tempo para lhe dizer…

Então ele a segurou pela nunca e selou seus lábios no dela.

Por Anellise Duarte 

Odeio você!

- Parte 1 -

Ela estava completamente bêbada.

Havia cinco caras ao redor dela, todos cantavam com a música sertaneja que embalava a festa, ela ria, e enchia um copo atrás do outro, ele nunca tinha a visto assim, ela nunca sequer tinha bebido e quando ele o fazia lhe dava broncas sem receio.

Ele tinha que fazer algo pela sua melhor amiga, não podia deixar que ela pagasse esse mico.

Ele a puxou do meu da bagunça a tirou da varanda da casa, levou ela pra sala, e a empurrou pro sofá.

- Ei! – Ela reclamou…

- Annabelle está na hora de você ir pra casa.

- Me deixa em paz!

- Vem eu vou te levar pra casa, você está bêbada.

- Cale a boca! Eu não estou bêbada.

Então ela se levantou e o encarou, seus corpos a apenas dez centímetros um do outro.

- O que você quer Alex? – Perguntou ela num súbito ataque de lucidez.

- Que você vá pra casa.

Então seu rosto ficou vermelho e ele pode ver nos olhos dela que sentia uma raiva profunda.

- Eu te odeio! Eu te odeio!

Ela gritava sem parar mais alto que a música, Alex a segurou pelos braços enquanto ela acertava os punhos em seu peito…

- Por que você me odeia? Tá ficando louca? – Perguntou ele surpreendido.

- Eu te odeio porque era pra mim estar nos seus braços a dois minutos atrás e não aquela pomponete idiota…

Ele olhou para o lado procurando a garota que ele tinha ficado e que mal sabia o nome.

- Sou eu que te amo, e você me tortura ficando com essas piriguetes na minha frente, como pode? Você me machuca e nem se importa com isso, por que está preocupado agora?

Ele não sabia o que dizer e mesmo que tivesse algo não poderia por que logo que Annabelle parou de falar, desmaiou em seus braços.

Ele a deitou no sofá, queria cuidar dela, niná-la em seu peito, afaga seus cabelos, não poderia deixá-la ali a mercê de um louco bêbado.

A pegou no colo, colocou-a dentro do carro e foi em embora, sem dar explicações a ninguém.

Enfiou-a debaixo do chuveiro de roupa e tudo, e ela acordou sufocando com a água gelada,  Talita, sua irmã, a limpou, lhe vestiu uma roupa, e a colocou pra dormir na cama de Alex, ele forrou uma cama ao lado e a observou, estava triste por tê-la ferido, por ter feito ela chegar a esse ponto, mas no fundo ele pulava de alegria, por que ele também a amava.

Por Anellise Duarte

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