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Eu esperava mais de 2011, não sei exatamente o quê, mas era mais, mais do que tudo o que aconteceu.
Eu cresci, chorei, engordei, emagreci, sonhei, mudei meus planos, me apaixonei, me decepcionei, briguei com algumas pessoas, perdoei outras, mas não consigo descrever um fato que me fará lembrar de 2011 como importante.
Nada.
Mas acima de tudo agradeço a Deus, pelos novos amigos conquistados, pelas experiências vividas e pelo emprego novo, mesmo ainda não sendo o que eu quero.
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O que espero de 2012, que eu seja uma pessoa melhor, que conquiste os sonhos que em curto prazo sonhei, que eu me apaixonei e seja correspondida arduamente, que possa visitar mais minha família, que eu seja mais fiel a Deus, me mudar para outra cidade e quem sabe fazer minha vida mudar, não por estar ruim, só pelo gozo de mudar completamente.
Adeus 2011 foi bom vive-lo!
Que venha 2012, estou pronta para enfrentá-lo!
Um Pequeno e Verdadeiro Desabafo
Por Anellise Duarte
Poderia ter sido.
Você tem alguém que te faz pensar em como a vida poderia ter sido?
Eu tenho e ele estava na minha frente sorrindo como um adolescente, ainda tinha os mesmos olhos joviais e alegres, o sorriso charmoso, os cabelos eram mais curtos, ainda era lindo.
Nos esbarramos por acaso, numa esquina qualquer, estava indo para casa, era final de tarde de uma sexta-feira ensolarada e tudo o que eu queria era um sofá, meu sofá, trombamos com força e ele me segurou para não cair.
- Catarina?
- Ah… Ops… Descul… – Parei de falar quando o avistei – Guilherme?
- Oi… – Disse ele ainda me segurando pelos braços.
- Oi… – Respondi me soltando do seu abraço e um silêncio constrangedor caiu sobre nós.
- Hãm… Quer tomar um café? Eu conheço um lugar aqui perto?
- Tá. – Concordei mais rápido do que gostaria e agora estou aqui olhando para seu rosto bonito, imaginando como seria minha vida ao lado dele.
Talvez tivéssemos sido felizes, talvez sim, talvez não, quem saberia dizer?
- Você é feliz? – Perguntei-lhe, era a única coisa que realmente importava, a única que eu queria saber.
- Eu seria se estivesse com você.
Por Anellise Duarte
Alguém como você !
- Eu preciso de alguém… Alguém assim… Como você…
Foi o que ele disse
…
O que eu diria?
“Oh! Eu também preciso de você!”, não foi exatamente um “eu te amo” que ele pronunciou, mesmo eu querendo que fosse.
Engraçado, como as palavras podem nos ferir, singulares e doces palavras.
- Ah… Não sei se alguém assim como eu seria a melhor opção… – Disse escondendo o rosto.
- Ah, você é sim a melhor opção. – Disse ele imitando o meu “Ah” – Você é bonita, inteligente, sagaz e engraçada.
- Sagaz?
- É… Aquele seu jeito de sempre ter uma resposta na ponta da língua, é encantador, conquista qualquer um…
O Quê?
Conquista qualquer um? A dúvida era: Conquistou você?
Enrubesci na hora, eu queria falar alguma coisa, mas as palavras não saiam.
- E eu preciso de alguém como você porque é você que eu amo.
- Tá! Agora você pode parar de zombar de mim.
Ele não disse nada, apenas segurou meu rosto entre suas mãos e me beijou.
É. Na boca!
Por Anellise Duarte
Te ver com ela …
- Carol! … Carol!
Ele a chamava de longe, ela sabia que ele estava correndo para alcança-la, ela sempre sonhou em um dia ele vir correndo atrás dela, mas não agora, não por aquele motivo.
- Carol, me espera!
Ela parou bruscamente o fazendo trombar com ela.
- Carol, preciso falar com você…
- Caroline.
- Como assim? – Perguntou ele confuso.
- Meu nome é Caroline. – Ela não queria ser mais a Carol, não a “Carol” dele, queria Ser Caroline.
-Tá bom, Caroline… – Disse ele com ironia.- Olha Carol, você é minha melhor amiga, quero que saiba disso..
-Pedro por que você veio aqui? O que você quer de verdade?
- Porque você não fala mais comigo.
- Onde você quer chegar?
- Carol, você é minha melhor amiga, não quero te perder.
- Não posso mais ser sua melhor amiga, Pedro.
- Por que não?
- Porque eu não quero ser sua amiga, eu sempre quis ser mais, você nunca percebeu?
Ela esperou alguma reação, qualquer reação, mesmo que fosse em desprezo, mas ele não fez nada.
- Eu sei que você ama outra garota e é por isso que não posso ser sua amiga, porque eu não suporto te ver com ela.
Por Anellise Duarte
Deveria ser eu …
Eu posso vê-lo daqui, todos ao meu redor sabem que eu estou olhando para ele, todos acham que estou morrendo aos poucos e todos estavam certos, porque eu posso vê-lo daqui, abraçado a ela, rindo, de mãos dadas e testas juntas.
Ele sabe que tem meu coração, sabe que deveria ser eu e não ela, ele tem que saber que eu estava ali, sangrando, eu queria ver com os meus próprios olhos, ele sabe que sou eu que o ama, que ela não poderá amá-lo como o amo.
Era para minha mão estar debaixo da dele , deveria ser eu sentada naquele banco, será que se eu gritar ele vai ouvir? Aqui, sozinha, sentindo meu coração sendo esmagado por ele, que um dia me fez feliz.
Por quê? Por que ele não consegui ver, que eu preciso dele e que ele quebrou meu coração?
A luz resplandeceu por um segundo em seu rosto e de longe o vejo olhar em minha direção e um sorriso some do seu rosto e antes que ele possa ter qualquer reação, virei e fui embora, sem olhar pra trás, porque agora ele sabia que deveria ser eu!
Por Anellise Duarte
Página Virada …
Jurando Não Olhar …!
Este conto é a visão “dele” do conto Esbarrar …
Eu era um idiota em pensar que ela gostava de mim do mesmo jeito que eu, claro que não, simplesmente porque eu não gostava dela, eu simplesmente a amava.
Ironia …
Falaram-me que ela estava “caidinha por mim”, isso foi há alguns anos eu realmente fingi não escutar, ela não era importante, só mais uma de tantas outras, mas ela chegou de mansinho, como quem não quer nada e roubou meu coração, danada essa garota, fugiu com ele nas mãos e nem ao menos percebeu, tão fria.
E eu estou aqui me sentindo um idiota em estar pensando nela, sabendo que ela saiu com aquele cara só para me provocar, só pra me ver implorar e admitir que a amo.
Mas lá estava ela na frente da minha escola, olhando para os lados, parecia extremamente nervosa, me aproximei e disse:
- O que você faz aqui? – Coloquei o meu melhor tom de ironia.
Ela se virou, tinha as bochechas rosadas e olhou nos meus olhos apenas por um segundo.
- Ah… Oi. – Ela respondeu.
- Oi. – Respondi.
- Tudo bem com você? – Perguntou-me com o rosto no chão.
- Tudo. – Disse sem prolongar a conversa.
- Acho que te devo desculpas …
- A vida é sua, não me deve explicações.
- Por favor…
- Tenho que ir. – Disse esperando por um fim em tudo.
- Ok. – Disse ela e me arrependi na hora.
- Olha, a gente pode se encontrar no parque depois? Que tal seis da tarde?
-Táh ! – Ela me respondeu com um sorriso.
Virei-me para ir, jurando para mim mesmo que não olharia para trás, mas não resisti e por dois segundos quando a olhei percebi que realmente a amava.
Continua…
Por Anellise Duarte
FUGIR >>> …. …
Hoje ela realmente acordou com o pé esquerdo, não só porque ela perdeu o celular e vai se atrasar, nem porque brigou com o namorado e ele não admite que ela está certa, mas simplesmente por que ultimamente os dois pés dela são esquerdo e olha que ela tentou levantar de manhã com o direito.
O céu estava azul, sem nenhuma nuvem, ótimo, mas ela queria que chovesse iria combinar com o dia e a vida dramática que ela estava levando.
Ela queria gritar, perde o controle, jogar tudo pro alto e esquecer, ela só queria sair, cair e se perder, rir muito até doer, esquecer de tudo e fugir.
Ela não podia se ajudar, mas se sentia tão viva, brigando com o mundo, ganhando com certeza, era melhor ninguém chegar perto dela, a vida às vezes pode ser engraçada, acho que o melhor que ela tem a fazer é fugir …
Por Anellise Duarte
AM0 √C
A aula estava entediante a professora dizia algo sobre polígonos e histogramas, metade da sala dormia e a outra olhava para o teto, havia alguns que ainda resistiam, mas que logo sucumbiriam ao cansaço, eu está absorta em meus próprios pensamentos, analisando meu presente, a minha alegria era ter Darius ao meu lado, ele estava todo esparramado na carteira e olhava para mim furtivamente, começava a ficar vermelha, mas continuei firmemente na intenção de ignorá-lo, eu estava brincando com minha calculadora científica, que por sinal só comprei por ele ter uma igual, descobri algo interessante nela, descobri que conseguia escrever uma frase.
AM0 √C
Sorri com a minha singela, porém emocionante descoberta.
- Olha Darius! O que escrevi pra você?
Mostrei a ele, na esperança que ele entendesse minha deixa, ele olhou, sorriu pra mim e perguntou:
- É verdade?
- Se eu dissesse que é, o que você diria?
- Que te amo também!
Por Anellise Duarte
Namorado Rico !
- Preciso de um celular novo… – Disse pensando alto.
- Precisa mesmo, esse celular é de pobre. – Completou ele rindo de si mesmo.
- Desculpa tá? – Falei com a melhor cara de coitada que tinha – Estou procurando um namorado rico, mas tá difícil!
- Eu sou rico! – Ele falou sem pensar
Enrubesci na hora e não consegui evitar um sorriso.
- Isso foi uma indireta… – Ele falou sem pensar outra vez.
- É! – Respondi
- Mas tem que olhar o bolso mesmo – Disse ele com ironia.
- Claro! – Respondi com o mesmo tom – E tem que ter carro para me buscar na estção dom Bosco, onze horas da noite.
- Eu tenho uma bike, posso colocar uma garupa, o que você acha?
Apenas desvie o olhar antes que ele pudesse decifrar que eu achava ótimo.
Por Anellise Duarte
“Créditos a um grande amigo…”
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Sempre me considerei uma garota forte e corajosa, difícil de ser conquistada ou ignorada, não mudava de opinião e só seguia os meus próprios conselhos, mas nessas duas ultimas semanas você quebrou todas as minhas certezas e fez com que eu me desconhecesse, hoje já não sou uma garota forte e corajosa, facilmente me apaixonei, fui talvez ignorada, mudei de opinião e agora sigo os seus conselhos.
Eu te vi lá sorrindo e imaginei se você se lembrava de mim, se sabia o meu nome, eu não sei por que, mas algo em você me conquistou, mas eu não queria, eu não posso, eu não quero me apaixonar, mas eu penso em você toda hora, até o seu nome me provoca.
Será que é possível eu te amar tão de repente assim? Talvez bem lá no fundo eu já te pertença…
Um pequeno e verdadeiro desabafo …
Por Anellise Duarte










